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FÓSSEIS DO BAIXO MONDEGO - Amonóides
 
 






 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Filo Mollusca

Classe Cephalopoda

Subclasse Ammonoidea: Amonóides

Com morfologia idêntica aos nautilóides, os amonóides surgiram no Devónico inferior, há cerca de 400 Ma. Prosperaram em todos os mares nos 340 Ma que se seguiram, tendo desaparecido bruscamente no final do Cretácico.

A evolução rápida dos amonóides, a sua abundância e a sua vasta distribuição geográfica fazem deles excelentes fósseis estratigráficos para o Mesozóico, permitindo datar rochas com erro inferior a 1 Ma. São fósseis de idade por excelência!

Externamente podem-se observar linhas de sutura que correspondem aos bordos ondulados dos tabiques, o que permite classificá-los. As suturas podem ser simples (como nos exemplares paleozóicos), ou complexas (comuns no Mesozóico).

Pensa-se que deslizavam no fundo marinho, mas teriam também a capacidade de nadar activamente com a cabeça voltada para trás.

Constituem fósseis abundantes nas rochas carbonatadas do Jurássico inferior, médio e do Cretácico superior do Baixo Mondego.


Estrutura de uma concha de amonóide (Goniatite):

Estrutura de amonóide


Reconstituição paleoecológica do Oceano Tethys no Jurássico superior tendo representadas amonites:

Caso não consiga visualizar clique aqui!

Vídeo da autoria de Antonio Gutiérrez, autor do site Paleontologia-Hispana, tendo sido autorizada a sua reprodução.


Alguns Amonóides fósseis do Baixo Mondego:

Calycoceras Harpoceras Hildoceras
Lytoceras Macrocephalites Neolobites
Pleuroceras Protogramoceras Reineckia
Spathites Vascoceras